domingo, 10 de março de 2013

Sismos-conceitos




Hipocentro/ foco sísmico- local no interior da Terra onde o sismo tem origem;
Epicentro- local à superfície onde o sismo é sentido com maior violência.



http://terradefronteira.blogspot.pt/2011/04/dinamica-da-crosta-terrestre.html

Terramoto- sismo cujo epicentro ocorre em crosta continental;
Maremoto- sismo cujo epicentro se dá em crosta oceânica;
Tsunami- onda que pode ser formada pelo maremoto.


Sismograma
  • Determina o tempo de duração do sismo;
  • Determina as fases do sismo:
1ª) Fase promonitória -corresponde à chegada das ondas p, são os animais e as máquinas que sentem;
2ª) Fase principal do sismo -é a fase com mais energia das ondas p e s. É um sismo próprio;
3ª) Réplicas -chegada das ondas s e do reajuste da terra;

  • Calcula a distância epicentral;
  • Calcula a amplitude;
  • Calcula a magnitude através dos cálculos.
Determinação do epicentro:
  • Recorre ao estudo de 3 sismogramas correspondentes (3 estações sismográficas);
  • Determina a chegada das ondas sísmicas e o intervalo entre a chegada da onda p e da onda s (depende da distância epicentral).
Distancia epicentral- distância entre o epicentro e a estação sísmica (chegada da onda p - chegada da onda s à estação sismográfica).

http://wikiciencias.casadasciencias.org/index.php/Epicentro

Avaliação de sismos:
  • Intensidade- grau de destruição provocado pelo sismo. Expressa em graus (escala de Mercalli modificada/ escala internacional modificada)- I a XII.
  • Zona epicentral- através da marcação num mapa dos graus e ligação ente pontos de igaul intensidade sísmica (isossistas).
http://fernandogoncalvesbiogeo10.blogspot.pt/2009/01/carta-de-isossistas.html
  • Magnitude- energia libertada através das ondas sísmicas por um sismo (escala de Richter). Cada grau de magnitude é 30 vezes maior que o grau abaixo, é uma escala logarítmica. É a medida a partir do sismograma através da amplitude máxima e da distância epicentral.


Sismologia-Tipos de ondas


Tipos de ondas:
Resultam da propagação de energia libertada pelo sismo. Têm como origem o hipocentro e propagam-se no interior da Terra.
http://www.youtube.com/watch?v=NfJUrUqS2xM

Ondas de volume

Ondas p/ primárias:
-Propagam-se na mesma direcção de propagação da onda;
-Deslocam-se comprimindo e dilatando;
-Deslocam-se a maiores vilocidades;
-São as primeiras a chegar à superície.

Ondas s/ secundárias/ transversais:
-Deslocam-se na perpendicular da direcção de propagação da onda;
-Deformam e distorcem os materiais por onde passam;
-Menos velocidade de propagação do que as ondas p;
-São as segundas a chegar à superfície.

Ondas superficiais

Ondas l/ lowe/ love:
-Deslocam-se na perpendicular à direcção de propagação;
-Paralela à superfície;
-Destrutiva;
-Junção da onda p e da onda s.

Ondas reyleigh:
-Deslocam-se de forma elíptica;
-Deslocam-se no sentido contrário aos ponteiros do relógio.

Sismologia

Sismos - libertações de energia vindas do interior da Terra, propagando-se através de ondas sísmicas que provocam vibrações na Litosfera  Muitos são de origem tectónica, ou seja, movimento de placas que originam falhas mostrando assim, que a Terra é dinâmica.

Teoria do ressalto elástico (Henry Reid, 1911):
O material rochoso fica sujeito a um nível de tensão que ultrapassa o seu limite elástico ocorrendo a deformação da rocha. 
http://fernandogoncalvesbiogeo10.blogspot.pt/2009_01_01_archive.html



Tipos de tensão:


http://biogeo10b.blogspot.pt/2009/12/como-se-originam-os-sismos-tectonicos.html

Origem dos sismos:
-Movimento de placas tectónicas;
-Vulcanismo;
-Colapso das estruturas geológicas;
-Homem (sismicidade induzida).

Classificação relativamente à profundidade:
-Superficiais (menos de 70 km);
-Intermédios (70 a 300 km);
-Profundas (mais de 300 km)

Terramoto- sismo cujo epicentro ocorre em crosta continental;
Maremoto- sismo cujo epicentro se dá em crosta oceânica;
Tsunami- onda que pode ser formada pelo marmoto.

domingo, 9 de dezembro de 2012

REFLEXÃO

Bem...este período foi um período para esquecer!!
As notas não foram NADA o que eu estava à espera mas pronto, é com os erros que aprendemos e espero que para o próximo período esta disciplina me corra melhor.
Nas aulas estive sempre atenta ao que a professora disse, tirei os meus apontamentos e realizei os trabalhos pedidos. As notas dos testes reflectiram alguma da insegurança que tenho...

Para o próximo período há mais ;)

Vulcanismo

Os vulcões resultam da ascenção do magma em profundidade, que é menos denso que as rochas, acumulando-se em reservatórios (bolsas ou câmaras magmáticas). O magma retido irá sofrer um aumento de pressão e temperatura enquanto que, o magma que ascende irá formar um vulcão.

Classificação dos vulcões em relação à conduta ou chaminé vulcânica:

  • Vulcanismo tipo fissural (característico do rifte), em que a chaminé e a cratera são fissuradas.


http://geografiamazucheli.blogspot.pt/2012/10/estrutura-de-um-vulcao.html
  • Vulcanismo do tipo central, em que a chaminé é tubular e a cratera circular.

http://www.planetseed.com/pt-br/node/94281

Cratera vulcânica- local por onde os materiais vulcânico saiem para a superfície.

Cone vulcânico- estrutura que resulta da acumulação dos materiais das várias erupções.

Pode haver estruturas secundárias caso haja fendas que se abram nos flancos dos cones.

Estrutura do vulcão:
  • Câmara magmática- reservatório de magma na Litosfera;
  • Chaminé vulcânica- transporta o magma para a superfície e este, irá transformar-se em lava devido à perda de temperatura e de gás.
  • Caldeiras vulcânicas- quando se dá o colapso da cratera, origina-se uma depressão de grandes dimensões que se enche com a água da chuva;
  • Agulha vulcânica/ domo- resulta da acumulação de lava viscosa que entope a cratera. Quando o gás acumulado por baixo da agulha sai, esta explode formando possivelmente uma nuvem ardente (constituída por partículas de lava minúscula projectadas a altas velocidades e temperaturas);
http://cienciasnaturais7anoescolar.blogspot.pt/2010/06/estrutura-de-um-vulcao-e-algumas.html

Tipos de lava (depende da quantidade de sílica):
  • Lavas ácidas (grande quantidade de sílica). São viscosas e ricas em gases com dificuldades em libertar-se, temperatura baixa e movimento muito lento. Formam:
-Domas ou cúpulas: estruturas arredondadas resultantes da solidificação de lavas viscosas dentro da própria cratera.

-Nuvens ardentes: conjunto de gases e cinzas incandescentes expelidas nas erupções vulcânicas explosivas.

-Agulhas vulcânicas: consolidações de lavas muito viscosas, dentro da chaminé vulcânica.
  • Lavas intermédias possuem características intermédias entre as lavas ácidas e as lavas básicas.
  • Lavas básicas (pouca quantidade de sílica). São lavas fluídas e pobres em gases, libertando-se com facilidade
-Lavas encordoadas ou pahoehoe: após a sua solidificação  são origem a superfícies lisas ou com aspecto semelhante a cordas.

-Lavas escoriáceas ou aa: após a sua solidificação, dá origem a superfícies ásperas irregulares e formadas por fragmentos porosos.

-Lavas em almofada ou pillow lavas: formam-se nos fundos oceânicos e, após a solidificação  as massas são arredondadas semelhantes a almofadas, revestias por uma película de vidro vulcânica.

Tipos de erupções:
  • Erupções explosivas- são constituídas por lavas ácidas que são viscosas, têm muito gás, formam piroclastos de pequena dimensão (cinzas, areias e lapili), tendo dificuldade em formar escoadas, originando cones vulcânicos altos e estreitos.
  • Erupções efusivas- as lavas são básicas, fluídas com pouco gás formando assim longas escoadas de lava, formando piroclastos de grande dimensão, originando cones vulcânicos baixos e largos;
Vulcanismo secundário, atenuado ou residual:
Está associado a câmaras magmáticas activas em que as água superficiais infiltram e atingem as rochas aquecidas, passando a água a vapor e sobe.






Benefícios da actividade vulcânica:
  • Fertilidade dos solos vulcânicos;
  • Exploração dos produtos vulcânicos para ornamentação, construção e exploração de jazigos minerais metálicos;
  • Utilização de termas para fins medicinais e exploração da área em termos turísticos;
  • Utilização do calor vindo do aparelho vulcânico como fonte de energia (geotérmica);
Vulcanismo interplacas (originados por HOT SPOTS-pontos quentes):
  • Alinhamento Euroasiático;
  • Grande vale do Rifte ;
  • Dorsais médio-oceânicas;
  • Anel de fogo do pacífico;
Vulcanismo em Portugal:
Está principalmente na ilha dos Açores nomeadamente nas ilhas do Pico, Graciosa, São Jorge, Faial, São Miguel e Terceira. Também há vestígios na ilha da Madeira e, á estruturas vulcânicas por toda a parte.

Riscos vulcânicos (previsão e prevençaõ):
  • As actividade vulcânicas são um perigo para as populações devido ás manifestações mais catastróficas;
  • Quando um vulcão entra em actividade, há uma série de sinais emitidos que permitem ao vulcanólogo avaliar o risco de erupção;
  • Temperatura da superfície aumenta;
  • Há libertação de gases e pequenos sismos;
  • Os vulcões com maior actividade encontram-se monitorizados com tecnologia que detectam qualquer anomalia;
  • Existem mapas de zonas de risco;
http://www.lneg.pt/CienciaParaTodos/dossiers/planeta_terra/vulcanismo
  • Os maiores riscos são causados pelas erupções explosivas que, devido à viscosidade da lava podem-se gerar nuvens ardentes que se projectam a grande velocidade e temperaturas, sendo então impossível fazer previsões;
  • Os gases emitidos pelos vulcões (CO2, vapor de água, enxofre, ácido clorídrico  pode provocar a morte das populações);
  • Os lahares/ torrentes de lama vulcânica são lamas que devastam tudo ao passarem, pois são muito densas;
http://www.starnews2001.com.br/pompeia-79.html
  • Pode ocorrer sismos quando o material ascende
Riscos vulcânicos:
-Perigo para as populações;
-Manifestações catastróficas;
-Aumento da temperatura da superfície;
-Libertação de gases e ocorrência de pequenos sismos (gases que podem ser letais para os seres vivos);
-Nuvens ardentes a grandes velocidades e a elevadas temperaturas;
-Lahares/ torrentes de lava vulcânica que devastam tudo por onde passam, pois são muito densas;
-Tsunamis.

Lua


  • Astro de pequena dimensão;
  • Fraca atracão gravítica;
  •  Fluídos e gases escapam para o espaço pois é um satélite despromovido de atmosfera logo, não está protegido de impactos meteoriticos e tem inúmeras crateras.
http://osnoveplanetas.no.sapo.pt/a_lua.htm

Caracterização da superfície lunar:
  • Zonas  escuras e aplanadas são os mares, têm composição basáltica e os episódios magmáticos resultam do impacto meteorítico;
  • Zonas claras e elavadas são os continentes, têm a composição de uma rocha rica em feldspato (anartsito).
  • Não tem atmosfera nem hidrosfera;
  • A erosão deve-se à amplitude térmica que desagrega as rochas em porções mais pequenas que de deslocaram para baixo devido à acção gravítica;
  • As rochas são mais antigas que as da Terra devido à fraca eficácia da erosão da superfície enquanto que, a erosão da Terra destrói as rochas mais antigas.
NOTA: a existência de marés está relacionada com a lua.

Sistema Terra-Lua

Teorias para explicar o aparecimento da Lua:

  • Lua irmã da Terra:
-A lua e a Terra têm a mesma idade, ou seja, formaram-se ao mesmo tempo;
-A lua (corpo celeste pequeno) foi atraído pela Terra, que tem a massa mais densa, ficando numa órbita à volta do nosso planeta.

Esta teoria foi posta de parte devido às Missões Apolo que diziam que, a Terra e  Lua formaram-se à mesma distância do sol.

http://singularidadedalua.blogspot.pt/2012/07/o-avesso-do-avesso.html
  • Lua filha da Terra/ Big splash/ grande impacto:
-Na Terra primitiva, um corpo celeste do tamanho de Marte, terá embatido e os fragmentos do embate ter-se-ão aglomerado formando a lua.

Características que harmoniza:
  • Composição isotópica;
  • Proporção do núcleo de ferro.
Problemas levantados:
  • O que é que colidiu com a Terra para formar a Lua?
  • De onde surgiu este corpo celeste?
Composição isotópica:
  • Diz que o objecto que colidiu com a Terra chamava-se teia e deve ter tido origem dentro da órbita terrestre.
  • A teia aumentou, ficou instável e entrou em órbita (a mesma órbita que a Terra) e colidiu com a Terra de lado. O núcleo da teia afundou-se na Terra e o material incorporou o núcleo terrestre, o restante do planeta e a zona superficial da Terra foram projectados para o espaço, estabilizando o ue restou do núcleo.